2012-09-09

Esquizofrenia






- Parte XVII - A Conexão Espiritual


Na psiquiatria moderna, os conhecimentos das funções cerebrais, é fator essencial para entendermos as possíveis origens dos distúrbios mentais, quais a maioria dos diagnósticos se restringem a meras especulações padronizadas no mundo todo.


Apesar dos estudos estar no início, podemos dizer que atualmente, existem técnicas e equipamentos capazes de nos fornecer resultados diferenciados, no que se referem aos distúrbios mentais de origem somática, incluindo a má formação genética, mesmo esta não sendo hereditária.


Muitos hospitais e clínicas, dispõem da Tomografia Computadorizada (TC), a Ressonância Magnética (RM), e a recente Tomografia por Emissão de Positróns (TEP), que através do scaneamento, o profissional pode medir o fluxo sanguíneo em algumas unidades do cérebro, porém, convém esclarecer que o baixo fluxo de oxigênio em qualquer área do cérebro, pode provocar significativas alterações comportamentais, inclusive sintomas e formação de doenças; entretanto, apesar de toda a evolução tecnológica a medicina não dispõe de equipamentos para medir a insuficiência de oxigênio, e que pode levar os indivíduos a manifestarem sintomas conversivos.


A conversão é um mecanismo através do qual o indivíduo converte inconscientemente um conflito psicológico em doença física, ou física em psicológica, e devido a estes fatores, são necessárias avaliações minuciosas, para que os acometidos por distúrbios mentais não interpretem conforme as conveniências de manipulação, e venham intensificar e dramatizar os comportamentos já considerados inadequados.

O mesmo acontece com alguns termos mal aplicados; exemplo:
O termo distúrbio psicológico não possui uma definição precisa, porém, é utilizada indiscriminadamente por profissionais da área mental, para facilitar ou fugir da explicação dos fatores que envolvem o biológico, o ambiental, o social e o psicológico, quando o acometido apresenta alterações e transferências recorrentes.

Citarei neste artigo um breve exemplo:

Os indivíduos com personalidade paranóide, geralmente são atingidos pelas conversões, por projetarem seus próprios conflitos e hostilidades em outros indivíduos.

Embora que não estejam incluídos na classe da psicopatia, eles são frios e indiferente nos seus relacionamentos, tendem a encontrar intensões hostis por trás de atitudes triviais e até mesmo em atos positivos; a reação típica é a desconfiança, e agem com agressividade quando se sentem rejeitados, mesmo quando a rejeição é gerada por eles próprios.

É comum os paranoides, disseminarem a discórdia entre os indivíduos que os rodeiam.


Segundo os cientistas do Reino Unido, este distúrbio pode ser controlado, por ele estar ligado ao baixo fluxo de oxigênio no cérebro.

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Jorge Guedes
- Brasileiro, nascido em 1959, Iniciou suas pesquisas no Brasil, Reside em Portugal desde 2003, Fundador do EEIJG (Espaço da Espiritualidade Independente Jorge Guedes) Pesquisador, P.h.D. em Neurociências pela Universidade de Tel Aviv – Israel, Psicoterapeuta, filiado ao SINTE (CRT 30610) no ano de 1989, com as pesquisas da Regeneração das Células-Tronco, Criando as Técnicas da Terapia da Eletrogenese e a Terapia Bio Celular In Vivo.

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Jorge Guedes.

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