2011-10-20

ESSÊNCIA E APARÊNCIA







As relações humanas nem sempre são fáceis.
O grande desafio é lidarmos com as diferenças que se apresentam, e conseguirmos não perder de vista a essência única que permanece em cada um de nós.

Ao longo da vida, lidamos com tantos aspectos diferentes, uma pluralidade de sentimentos, pensamentos, formas, ações, reações, emoções, arestas...que se pararmos veremos que estamos imersos em uma turbulência infinita que jamais se aquieta, jamais se silencia, jamais pára...

A roda da existência gira, gira e nesse girar tudo acontece...não temos controle sobre nada do que acontece nessa periferia. Nessa dimensão a única "atitude" é a adaptação. 

Adaptação consciente de que trata-se de um fluxo constante, em que infinitos fatores estão envolvidos na criação daquele evento que se apresente a "nós."

Quanto mais consciente ficamos, percebemos que o grande fluxo, o grande oceano da existência acontece para si mesmo. Seja lá o que for, está apenas aparentemente se refletindo em "mim, ou em você", mas que na verdade nunca existiu um "mim, ou um você"...apenas a existência brincando consigo mesma, nas aparências múltiplas...

O "eu e o você", são apenas nomes, idéias, pensamentos que a própria existência cria...e a própria existência acredita, até o momento em que não acredita mais...

Com isso, vemos que as relações humanas quando baseadas na periferia, na ilusão da separação, das diferenças se torna cheia de facetas, cheia de arestas e conflitos, pois está justamente cumprindo sua função que é a de ir lapidando as diferenças periféricas para que cada vez mais a unicidade profunda se apresente, se manifeste.

É fácil de se perceber quando "alguém" já vive, já está consciente da essência única, pois já não se deixa mais enganar pelas diferenças, nem pelas personalidades, nem pelas máscaras, nem pela multiplicidade. 

Vive centrado na paz. Paz que não é morta, estática, sem cor, mas uma paz que é viva, que aceita aquilo que se apresenta pois reconhece a realidade como a dança cósmica infinita, plural e perfeita na sua totalidade fluída.
 
Esta consciência permite que lidemos com todas as "pessoas", sejam como forem, pensem como pensem, independente das ações, reações, atitudes, gestos, falas, conceitos...essa consciência permite que lidemos com todas elas...pois já reconhecemos que apesar das diferenças superficiais, aparentes, a essência que nos une é a mesma....

E cada vez que estamos frente a frente com "alguém", (aparentemente um "alguém diferente de nós), na verdade estamos frente a frente com nós mesmos, apenas um aspecto nosso que ainda estamos descobrindo, que ainda está nos sendo revelado... e é aí que a vida ganha cor, ganha beleza e o gosto da eterna e maravilhosa descoberta...

A partir dessa consciência, caem por terra todas as dificuldades de relacionar-se. Pois se ao mesmo tempo enxergamos a periferia cheia de nuances e facetas, nosso coração não se deixa enganar e estamos sempre centrados naquilo que É... ou seja, o Ser que é Amor... O Ser que é "Tudo"... e "Todos"...
 
 
Amor a todos
 

INSTITUTO ADAMANTINO
http://claudiovelasco.ning.com/



2011-10-18

AMIGO








A vida é a grande filosofia do amor. 
O crescimento espiritual nos eleva ao estado dos anjos, e, numa irmandade de cores iluminadas nos entregamos; passando a entender os comentários levianos, respondemos com humildade sobre a essência da amizade que gostaríamos de reatar.
Quem busca uma palavra de consolo, e se ao ser compreendido tem ainda um gesto de carinho, atenção, estais diante de um amigo. 
Quem busca falar sobre as alegrias da vida, atenção, se ao falar sentir o ar do menosprezo, de a ele um bom presente, o amor que esta em seu coração. 
Podemos ser felizes, com a felicidade do amigo...


Ives




2011-10-17

CATADOR DE ALMAS








Outro dia, para resolver questão importante para várias pessoas, tive que ir a um bairro desconhecido para mim. Era um bairro residencial e só havia uma ou outra pessoa nas ruas. Ao dobrar a esquina, enfim alguém!

-Moço, com licênça! Por acaso conhece essa rua? Perguntei mostrando-lhe um endereço num papel...


O rapaz, na faixa dos trinta anos, caminha pelas ruas de São Paulo com um carrinho cheio de material para reciclagem, de produtos que ele, com certeza não consome, tem os olhos marcados por uma tristeza profunda. 

Tudo em si, levando em consideração seu corpo franzino e a aparência esquelética, denunciava a extrema pobreza em contraste com um Brasil considerado obeso, pela pesquisas noticiadas nos telejornais.

Alguém que, baseado em minhas experiências, sei que tem a docilidade que falta aos bem abastados moradores daquele bairro. Eu tive contato com vários " catadores" e desenvolvi um sentimento bom para com eles.

Ao me ouvir, ele parou surpreso. E apesar do cansaço em seu rosto, do suor em sua testa, abriu-me um largo sorriso, virou-se em minha direção e com a simplicidade dos seres que nada tendo, têm tudo, numa voz  que denotava humildade, e a docilidade contagiante que eu preconizara, explicou-me com gestos e palavras onde eu estava e como poderia encontrar o endereço que procurava.

O seu desprendimento em ajudar, de forma limpa e objetiva, alguém que não participava de seu mundo e da rudeza de sua vida, mesmo após tê-lo agradecido, trouxe-me um sentimento que fez cada vez mais minúsculas as minhas dores pessoais.

Então, a verdadeira realidade me cobriu como um Manto Sagrado.

Eu estava ali, parada na sua frente, e não havia o meu mundo e o seu mundo, havia o mundo e dentro dele interagiamos como dois seres humanos, irmãos, que apesar de viverem distantes, neste momento estavam unidos, pela correspondência e abnegação total dele.

Alguém que mesmo nada tendo, tinha muito a oferecer e oferecia: oferecia a si mesmo a quem naquele momento pensava que nada tinha, nem a si, e que por isso, sem saber, ofereceu-lhe igualdade, pois era tudo o que sentia que ainda possuía.

Agradecida segui. Mais adiante voltei-me...sorrisos, meu e dele, naquele momento de comunhão. E nesta simplicidade, ivadiu-me uma alegria imensa por saber que há pelas ruas da cidade alguém que ( sem saber!?), e que nada tendo, dá o que é essencial...

Alguém que pertence à grandiosidade a qual eu também pertenço. Somos partículas do Universo que, nós, em nossa cegueira, julgamos estar separadas.

Mas o desprendimento daquele rapaz mostrou como é um elo forte, e o que parece separação nada mais é que a fraqueza dos elos que não se comunicam.

O rapaz continuou em sua jornada rude ( sem saber?! ) que tinha reanimado em um coração, um amor singelo, e lições que a minha alma reconhece e agradece.

Irmão, catador, minha gratidão, pois percebi que um espírito forte se reveste de frágil para tocar uma alma fraca. 

Com carinho, para todos aqueles que só consideram dignos de atenção os que estão em "boas condições" sociais, e não percebem que não há diferença qualitativa entre sentimentos deste ou daquele, se forem puros.


- Hoje, eu fico com o sorriso daquele catador de papel, ou melhor " Catador de almas"!



VSL

 


Você não está só!








Quando comecei a caminhada espiritual e recebia canalizações e mensagens, os mentores sempre terminavam sua fala dizendo: Você não está só.

Isso era um incentivo enorme para continuar, porque mesmo sendo casada, com família, amigos, o sentimento de solidão sempre fez parte da minha vida.


Hoje, entendo que este vazio existencial é uma realidade na vida de muita gente.


Alguns convivem com ele de forma mais consciente e outros tentam superar essa dor se dedicando a coisas objetivas como ter sucesso na carreira, estudar, cuidar da família, e assumir um controle sobre essa emoção.

Quando essas atitudes são saudáveis, tudo bem, porque um vazio pode nos motivar a encontrar sentido na vida. Como estudar, crescer e abrir horizontes.


Uma dor pode nos incentivar a trabalhar com afinco e tentar progredir, o que também trará seus frutos e conquistas, pois se dedicar a cuidar do próximo, da família, amigos e parentes nos fará muito bem, lapidará o caráter e nos trará muito aprendizado, já que a convivência humana é algo muito importante no desenvolvimento espiritual. 


Porém, se perdermos a medida nesse desafio de cuidar do outro, de progredir, de vencer, com certeza nos sentiremos impotentes e tristes, talvez ainda mais vazios e depressivos.


Porque ao longo dessa caminhada, vamos nos deparar com derrotas, e com frustrações, já que muitas das nossas empreitadas cobertas de boas intenções vão fracassar.


Coisas importantes vão falhar, e uma hora ou outra vamos nos sentir novamente solitários e talvez frustrados.

Encarar a solidão será um momento importante, e deve ser uma oportunidade de crescimento e não de desilusão.


No trabalho terapêutico, atendi muitas pessoas cercadas de família, amigos que se sentiam absolutamente solitárias e para se defender desse sentimento profundo se jogavam na conquista do mundo o que trazia ainda mais solidão, quando as coisas não davam certo.

Percebo que o único caminho de solucionar essa questão é nos preencher no mergulho interior. Tentar ouvir a voz do coração.


De uma forma mais prática, além da meditação que é fundamental, sugiro sempre que as pessoas escrevam um diário, que anotem seus pensamentos, sonhos, e que adquiram o hábito saudável de conversar consigo mesmas e observar suas idéias, para escolher permanecer no caminho das energias mais saudáveis e otimistas. 

Percebi também que por medo de se expor algumas pessoas se tornam muito críticas, e que por conta das adversidades e tentando se proteger de futuros tombos, elas mesmas se destroem, e nã o se dão o direito de sonhar, de fazer planos. Enfim, não são amigas de si mesmas.

Precisamos nos ouvir com respeito, com carinho, conscientes que nem tudo o que desejamos vai acontecer do nosso jeito, mas que com certeza temos forças para lidar com as adversidades.

Quando o sofrimento leva o ser humano à depressão, raiva ou tristeza, o caminho da solidão é inevitável porque surge o sentimento de querer se esconder e, em seguida, quase sempre vem a depressão. 

Somente o mergulho interior cheio de amor poderá salvar você e mudar sua vida.


Pode ser que para se libertar do sofrimento, você tenha que se permitir sentir que seu ego deve se partir em mil pedaços. 


Pode ser que você tenha que pedir socorro, estender as mãos pedindo ajuda. Mas você não é só o ego. 

Você pode errar e refazer caminhos.

Você é um ser espiritual tendo uma grande oportunidade de crescer e aprender lições importantes na vida material.

Você não está só quando tem a si mesmo como amigo.



Por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br



2011-10-14

ESCLARECIMENTO SOBRE A UMBANDA EM FORMA DE PERGUNTA E RESPOSTA II










PERGUNTA:



- O Que é Orixá de Cabeça?


RESPOSTA:



É o Orixá de Frente. Na Umbanda, costuma-se dizer que uma pessoa é de um determinado Orixá, referindo-se ao Orixá de Frente. O Orixá de Cabeça corresponde à energia fundamental da atual encarnação do indivíduo, imprimindo-lhe características mais marcantes em sua personalidade. Veja que eu disse personalidade, não natureza, cujas caracteríticas vem do Orixá Ancestral que é sempre o mesmo em qualquer e todas as  encarnações.

O Orixá de Frente é aquele que rege o chacra frontal, e o Sentido regido por Ele é o que está regendo o indivíduo encarnado em evolução.



PERGUNTA:


- O Que Quer Dizer Juntó?


RESPOSTA:


- O Juntó ou Adjuntó é o Orixá que acompanha o Orixá de Frente,

( adjuntó é o mesmo que ad-junto. Vem do latim- quer dizer : junto de; ao lado de; adicionado a...), formando com Ele, nornalmente um casal. O comum é formar-se casais, contudo, issa não é uma regra absoluta. Sabe-se que há excessões, embora sejam raras.

 O Sentido regido pelo Orixá de Frente nos diz o que viemos fazer, e o sentido regido pelo Orixa Juntó nos diz como devemos fazer.

Veja na ilustração a seguir a posição do Orixá Ancestral, o de Frente e o Adjuntó, na constituição do indivíduo:







>> Orixá Ancestral Dominante: no alto da cabeça;



>>Orixá Ancestral Recessivo: em vermelho, na base;



>>Orixá de Frente: na testa e



>> Orixá Adjuntó, ou Juntó: na parte de trás da cabeça, em linha reta com o de Frente, formando uma cruz lateral.



Considerando que na ilustração o indivíduo é um homem, os Orixás no alto da cabeça e  fronte são masculinos, e os Orixás na base e atrás da cabeça são femininos. Se fosse uma mulher seria o inverso.















PERGUNTA



O que é um Orixá Universal e um Orixá Cósmico? Qual a diferença?


RESPOSTA


A diferença está no que significa cada um destes termos.


Universal é aquilo que por natureza tem vibração irradiadora, ou seja, é imanente com polaridade positiva, não há esforço 

( movimento) para que isso ocorra. Apenas flui de forma passiva, independente de comando.


Cósmico é aquilo que por natureza tem vibração concentradora, ou seja, é absorvente com polaridade negativa, há esforço (movimento) para que isso ocorra. Atrai e é atraído por ou para algo externo.



 

Quando dizemos que um Orixá é Universal, estamos informando que Ele atua de forma passiva na Criação Divina.

Vamos a um exemplo:



Tomemos os dois primeiro Tronos, o da Fé e o do Amor.*






O Trono da Fé é Regido por Oxalá, Orixá masculino passivo. Sua polaridade é positiva, e porque a Fé irradia-se todo o tempo e o tempo todo, sem que algum dispositivo a acione, Oxalá , que é em Si mesmo a Fé, é um Orixá Universal.






O Trono do Amor é Regido por Oxum, Orixá feminino passivo. Sua polaridade é positiva, e porque o Amor irradia-se todo o tempo e o tempo todo, sem que algum dispositivo o acione, Oxum, que é em Si mesma o Amor, é uma Orixá Universal.



Agora, evoquemos a imagem de Jesus ( sem clichê!): O que ocorre? Todo o nosso ser é imediatamente inundado por uma fé

( inexplicável? ) e um imenso amor, sem que haja nada além da simples evocação. Saiba que Jesus é um ser equilibrado nos Sentidos da Fé e do Amor, por isso esses dois Sentidos fluem naturalmente, sem esforço, através Dele.


Mas esses mesmos Tronos tem cada um sua outra polaridade, o seu complemento.


Um ser inundado de pura Fé e Amor permaneceria parado se não houvesse por onde, ou como fluir.



Então, na outra polaridade do Trono da Fé está o Trono da Religiosidade e do Trono do Amor está o Trono da Renovação.






O Trono da Religiosidade é Regido por Oyá, Orixá feminino ativo. Sua polaridade é negativa e porque a Religião absorve, atrai somente quando um dispositivo a aciona, Oyá, que é em Si mesma a Religiosidade, é uma Orixá Cósmica.







O Trono da Renovação é Regido por Oxumaré, Orixá masculino ativo. Sua polaridade é negativa e porque a Renovação só ocorre quando um dispositivo a aciona, Oxumaré, que é em Si mesmo a Renovação, é um Orixá Cósmico.



A Fé e o Amor acionam a Religiosidade e a Renovação. E porque assim é, ao evocarmos a imagem de Jesus, somos inundados pela Fé e pelo Amor o que aciona em nosso íntimo o sentimento de religião e  renovação, ou seja, renovação religiosa. Ainda que isso ocorra somente no nível mental, há toda uma mudança em nossa disposição e, quanto mais alimentarmos isso, mais forte e transbordante se tornará.**



* Todo Orixá é em Si mesmo o Trono e o Sentido do qual é Regente.

** Cada Trono "atua" sobre todos os outros e ao mesmo tempo "recebe atuação" de todos eles, seja Universal ou Cósmico.










 

FINALIDADE DA MEDIUNIDADE


PERGUNTA:


- Os médiuns que só recebem Mentores de direita e jamais dão passagem a sofredores e menos ainda a kiumbas, são mediuns mais evoluidos?


RESPOSTA:




-Jesus, um Espírito de Alta Hierarquia, quando na carne afirmou que não sãos os saudáveis que carecem de médicos, mas sim os doentes.

A mediunidade de incorporação é antes de tudo um instrumento para socorrer aqueles que, por ulguma razão precisam voltar, ainda que por alguns minutos, à carne para que consiga o desembaraço necessário nesse ponto de suas condições como espíritos em evolução.

O grau evolutivo de um médium não é determinado pelos espíritos que ele ajuda quando os incorporam, (assim como a saúde do médico não é determinada pelos tipos de doentes que ele atende), mas pelo trato desprendido, ou seja, pelos sentimentos que vibram em relação a esses espíritos.

Um médium realmente empenhado na caridade e auto-aprimoramento, com bons sentimentos, é capaz de incorporar espíritos que vem desde a mais alta hierarquia, até os das mais baixa, e de vil comportamento, sem que isso venha a desequilibrá-lo.

Se esse mesmo médium começar a vibrar sentimentos inferiores, seja em relação a si e/ou a outros, logo os Espíritos de mais alta hierarquia se afastarão.

E se ele continuar vibrando esses sentimentos, pela própria Lei das Afinidades, logo ele começará a atrair para si espíritos com vibrações semelhantes, o que aumentará sua disposição para tais sentimentos criando assim um círculo vicioso.

Desta forma, cada vez mais ele irá baixar o próprio nível vibratório até que só virão incorporá-lo os sofredores e kiumbas.

Médiuns que afirmam só recebem Guias de alta hierarquia são os que comumente estão nestas condições, pois por seus próprios sentimentos negativados somados aos de seus obsessores não admitem o que julgam ser de menos valor.

Que nenhum médium se engane, o que lhes garante sempre a assistência dos Guias verdadeiros, seja de esquerda ou de direita, é a sua doação em caridade verdadeira aos sofredores e infelizes, tanto encarnados quanto desencarnados.

Os guias incorporam exatamente com a finalidade de dar assistência aos dois lados ao mesmo tempo.

Equivocadamente, muitos pensam que caridade é só para desencarnados, se fosse assim não seria necessário o concurso da incorporação, pois do lado de cá há muito mais liberdade de ação.

Mas as razões mesmas da encarnação e o intercâmbio entre os dois lados da vida é que torna necessário a mediunudade de incorporação.

E que nenhum médium caia na burrice de pensar que nós da esquerda continuaremos a dar assistência a quem se iguala a kiumbas.

Fique certo de que é a sua própria esquerda quem primeiro irá executá-lo...Hahaha...



( Exu Tranca Ruas das Almas)
    Através da médium VSL



+ + + + + + + + + + + + + + + +

" É pelos caminhos da caridade, do serviço do amor prestado aos espíritos sofredores que a mediunidade e os médiuns se aprimoram. Fora dessa diretriz, os fenômenos, por mais impressionantes, deixam no ar um odor de impostura, de presunção, de exibição vaidosa, alimentado por tormentosa e disfarçada fascinação." 


(Divaldo P. Franco e Raul Teixeira in Diretrizes de Segurança)



FONTE: http://sete-espadas.blogspot.com/2011_04_01_archive.html