2010-09-23

O MISTÉRIO POMBAGIRA MIRIM





 
COLÉGIO DE UMBANDA SAGRADA PAI BENEDITO DE ARUANDA

 
Devido o pedido de muitas pessoas que receberam os textos sobre os eres e exu mirim, vou discorrer de forma livre sobre a linha das pombagiras mirins, seres encantados tão desconhecidos quanto os exus mirins.
 
Todos os mistérios da Criação divina sempre mostram-se aos pares ainda que nem sempre isso nos seja visível porque desconhecemos quase tudo sobre eles.
No caso de algumas linhas isso já esta se mostrando e nem nos damos conta do que esta tão visível. 

Se não, então vejamos: 

Exu do Lodo- Pombagira do Lodo
Exu Veludo- Pombagira Veludo
Exu co Cemiterio- Pombagira do Cemiterio
Exu Sete Encruzilhadas- Pombagira Sete Encruzilhadas
Exu Sete Capas- Pombagira Sete Véus
Exu Cigano- Pombagira Cigana
Exu das Matas- Pombagira das Matas
Exu das Sete Praias- Pombagira das Sete Praias
Exu Navalha- Pombagira Navalha
Exu João Caveira- Pombagira Rosa Caveira, etc..
 
Nas linhas da direita acontece a mesma bipolarização mas são menos visíveis, até porque quando o caboclo é ativo e (incorporante) a cabocla é passiva (não incorporante) ou seu nome simbólico é diferente do dele, fato esse que dificulta a identificação dos pares de guias da direita.
Pai João do Congo forma par com Mãe ou Vovó Maria Conga.
Pai João do Cruzeiro forma par com Mãe Maria das Almas.
Pai João de Angola forma par com Vovó Maria do Rosario. Etc..
Caboclo das Matas-Cabocla Jurema.
Caboclo Pena Branca-Cabocla Guaraciara.
Caboclo Sete Ondas-Cabocla Yara. Etc..
 
Bom paremos por aqui senão iremos revelar algo ainda fechado no tocante às linhas da direita, certo?
 
O fato é que existe toda uma Dimensão da Vida localizada a sete graus à esquerda da Dimensão Humana da Vida, escala essa que é horizontal e cada um dos seus graus contem todo um universo em si mesmo, dentro do qual desemboca toda uma Realidade Divina que começa no interior de Deus, dentro de uma de suas Matrizes Geradoras de Vidas, vidas essas que são geradas aos pares (masculino e feminino).
Portanto, existem 77 dessas Dimensões da Vida que desembocam nesse nosso abençoado planeta e a humana é a de número 21 na escala magnética divina horizontal.
A de n. 20 é a habitada pelos seres naturais regidos pelo orixá Exu e a de n.22 e habitada pelos seres naturais regidos pelo orixá Ogum, só para que entendam essa escala divina, certo?
Todos os graus abaixo de 21 são classificadas como negativas e as acima são classificadas como positivas.
A partir da compreesão desse mistério intra-planetário então podemos discorrer sobre o mistério Pombagira Mirim pois assim como essa Matriz Divina gera Exu Mirim, também gera um ser feminino em tudo análogo a ele (em poderes e mistérios) e que também se manifesta na Umbanda quando lhe é possível ou permitido, sendo muito comum elas se apresentarem como Pombagiras Meninas.
Em outros casos, apresentam- se como Pombagira Mariazinha (diminutivo de Maria Molambo ou Padilha), etc..
É claro que em um médium só se apresentará um Exu Mirim e a Pombagira Mirim será passiva ( não incorporante). Já em uma médium tanto pode incorporar o Exu Mirim quanto a Pombagira Mirim, mas nunca os dois serão ativos e, ou será ele ou será ela que sempre incorporará e trabalhará nas giras de atendimento ao público.
Mas isso não quer dizer que não possa incorporar esporadicamente tanto o exu quanto a Pombagira Mirim em uma gira fechada ( não aberta ao publico).
E antes que alguém pergunte qual é a oferenda para elas, saibam que é igual às das Pombagiras adultas.
É claro que aqui só comentei um pouco sobre as Pombagiras Mirins e há muito mais sobre elas, mas vou parar por aqui senão terei que escrever um livro só sobre esse mistério da Umbanda, certo?
    
  Pai Rubens Saraceni.
 
OBS.: Caso tenha algum comentário sobre o texto acima, ou mesmo sugestão para um tema a ser abordado, envie-nos. Esteja a vontade para ver outras publicações disponiveis em nosso site WWW.COLEGIODEUMBANDA.COM.BR no menu TEXTOS E PUBLICAÇÕES e sinta-se a vontade para comentar qualquer um deles enviando-nos e-mail para:
 

  

Sinta-se à vontade para copiar e guardar ou mesmo passar adiante esse texto.

 

2010-09-22

EXU MIRIM





Escrever sobre Exú Mirim se faz necessário nesse mo­mento porque, desde que psicografei o livro Lendas da Criação - A Saga dos Orixás, sua importância na Criação e na Umbanda mostraram-se maior do que imaginava-se.
Não temos escritos abundantes a nossa disposição que ensinem-nos sobre esse Orixá ou que fundamente-o com Mistério Religioso.
 
Essa falta de textos esclarecedores e funda­mentais das suas manifestações religiosas nesse primeiro século de existência da Umbanda deixou Exú Mirim à própria sorte, ou seja: a vagos comen­tários sobre seus manifestadores que pouco ou nada esclareceram sobre eles e ao que vieram! Inclusive, por terem sido descritos como "espíritos de moleques de rua", cada um incorporava-o com os  típicos procedimentos de crianças mal-edu­cadas, encrenqueiras, bocudas, chulas, etc.
 
Foram tantos os disparates cometidos que é melhor esquecê-los e reconstruir todo um novo conhecimento sobre o Orixá Exú Mirim, antes que ele deixe de ser incorporado e relegado ao esque­cimento, como já foi feito com muitos dos Orixás que, por falta de informações corretas e funda­mentadoras, deixaram de ser cultuados aqui no Brasil.
 
Nas Lendas da Criação, Exú Mirim assumiu uma função e importância que antes nos eram des­conhecidas. A função é a de fazer regredir todos os espíritos que atentam contra os princípios da vida e contra a paz e a harmonia entre os seres. A importância e a de que, sem Exú Mirim nada se pode ser feito na Criação sem sua concordância. Com Exú, dizia-se que "sem ele não se faz nada". Já, com Exú Mirim, "sem ele nem fazer nada é possível".
 
Vamos por partes para entendermos sua importância e fundamentá-lo, justificando sua presença na Umbanda.
 
1) Cada Orixá é um dos estados da Criação. Um é a Fé, outro é a Lei, outro é o Amor, e assim por diante, independente de suas interpretações religiosas.
 
2) Por serem estados, são indispensáveis, insubstituíveis e imprescindíveis á harmonia e ao equilíbrio do todo. O Estado da matéria considerado "frio" só é possível por causa da existência do estado "quente" e ambos na escala celsus indica os dois estados das temperaturas. Sem um não seria possível dizer se algo está frio ou quente; se algo é doce ou amargo, se algo é bom ou ruim, etc. É a esse tipo de "estado" que nos referimos e não a um território geográfico, certo?
 
3) Muitos são os estados da Criação e cada um é regido por um Orixá e é guardado e mantido por todos os outros, pois se um desaparecer (recolher-se em Deus), tal como numa escada, ficará faltando um degrau, e tal como numa escala de valores, estará faltando um grau que separe o seu anterior do seu posterior.
 
4) Quando a Umbanda iniciou-se no plano material, logo surgiu uma linha espiritual ocupada por espíritos infantis amáveis, bonzinhos, humil­des, respeitosos e que chamavam todos(as) de titios e titias ao se dirigirem às pessoas ou aos Ori­xás e guias espirituais. Também chamavam os pretos(as) velhos(as) de vovô e de vovó. Até aí tudo bem!
 
5) Mas logo começaram a "baixar" uns espíritos infantis briguentos, encren­quei­ros, mal-educados, intrometidos, chulos e que dirigiam -se às pessoas com desrespeito chamando-os disso e daquilo, tais como: seu pu.., sua p..., seu v...., seu isso e sua aquilo, certo? E quando inquiridos, se apresentavam como "exús" mirins, os exús infantis da Umbanda numa equivalência com um exú infantil ou um erê da esquerda existente no Candomblé de raiz nigeriana.
 
6) Exú Mirim assumiu o arquétipo que foi construído para ele: o de menino mal! E tudo ficou por aí com ninguém se questio­nando sobre tão controvertida entidade incorporadora em seus médiuns, pois ele diziam que todo médium tem na sua esquerda um Exú Mirim além de um e Exú e uma Pomba Gira.
 
7) De meninos mal educados, como tudo que "começa mal" tende a piorar, eis que as incor­porações de entidades Exús Mirins começaram a ser proibidas nos centros de Umbanda devido a vazão de desvios íntimos dos médiuns que eles extravasavam quando incorporavam nos seus.
 
8) De mal vistos, para pior, essa linha de trabalhos espirituais, (onde cada médium tem o seu Exú Mirim), quase desapareceu e só restaram as incorporações e os atendimentos de um ou outro Exu Mirim "muito bom" mesmo no ato de ajudar pessoas.
 
9) Então ficou assim decidido, mais ou menos, por muitos:
 
       a) Exú Mirim existe, é mal educado e incontrolável e de difícil doutrinação.
 
       b) Vamos deixar Exú Mirim quieto e vamos trabalhar só com linhas espirituais doutrináveis e possíveis de serem controladas dentro de limites aceitáveis.
 
10) Exú Mirim praticamente desapareceu das manifestações Umbandistas porque suas incorporações fugiam do controle dos dirigentes e seus gestos e palavrões envergonhavam a todos.
 
11) Como é característica humana negar tudo o que não pode controlar e ocultar tudo o que "envergonha", o mesmo foi feito com Exú Mirim, que existe, mas não é recomendável que incorpore em seus médiuns. Certo?
 
Errado, dizemos nós, porque muitos médiuns já ajudaram a muitas pessoas com seus exús mirins doutrinadíssimos e nem um pouco influenciados pela personalidade "oculta" de quem os incor­poravam.
 
Todos se adaptam a re­gras comportamentais se seus aplicadores forem rigo­rosos tanto com os médiuns quanto com quem incorporar neles.
 
O melhor exemplo come­ça com as incorporações com­por­tadas de quem dirige os trabalhos espirituais. E uma boa orientação sobre as enti­dades ajuda muito porque, o que os médiuns internaliza­rem sobre elas será o regula­ri­zador das entidades.
  Agora se, por acaso, o di­ri­gente adota um comporta­men­to discutível, aí seus mé­diuns o seguirão intuitiva­men­te, pois o tomam como exem­plo a ser seguido.
 
Em inúmeras observa­ções, vimos os médiuns repe­tindo seus dirigentes e, inclusive, com as incor­porações e danças dos guias incorporados neles. Essa assimilação natural ou intuitiva é um indicador de que o exemplo que vem "de cima" ainda é um dos melhores reguladores comporta­mentais.
Agora, quando o dirigente incorpora seu Exú Mirim e este, por ser do "chefe", faz micagens, caretas, gestos obscenos, atira coisas nas pes­soas, xinga-as e fala palavrões, aí tudo se degene­ra e seus médiuns procederão da mesma forma porque, em suas mentes e inconscientes é assim que seus Exús Mirins devem comportar-se quando incorporados.
 
Essa foi uma das razões para o ostracismo e que foi relegada a linha dos Exus Mirins. E isto, sem falarmos em supostos Exús Mirins que quando incorporavam ou ainda incorporam por aí afora, pegam ou lhe são dados saquinhos de papel que ficam cheirando, como se fossem as infelizes crianças de rua viciadas em cheira "cola de sapateiro".
Certos comportamentos, devemos debitar ao arquétipo errôneo construído por pessoas desin­formadas sobre essa linha de trabalhos espirituais Umbandistas.
 
1) Não são espíritos humanos, em hipótese alguma.
 
2) Exús Mirins são seres encantados da natu­reza provenientes da sétima dimensão à esquerda da que nós vivemos.
 
3) A irreverência ou má educação compo­r­tamental não é típico deles na dimensão onde vivem.
 
4) São naturalmente irrequietos e curiosos, mas nunca intrometidos ou desrespeitadores.
 
5) Por um processo osmótico espiritual, refle­tem o inconsciente de seus médiuns, tal como acontece com Exú e Pomba Gira. Logo, são nossos refletores naturais.
 
6) Gostam de beber as bebidas mais agradá­veis ao paladar dos seus médiuns, sejam elas alcoólicas ou não.
 
7) Apreciam frutas ácidas e doces "duros", tais como: rapadura, pé de moleque, quebra queixo, cocadas secas e balas "ardidas" (de menta ou hortelã).
 
8) Se bem doutrinados prestam inestimáveis trabalhos de auxilio aos freqüentadores dos centros de Umbanda.
 
9) Não aprovam ser invocados e oferendados em trabalhos de demandas e magias negativas contra pessoas.
 
10) Toda vez que seus médiuns os ativam pa­ra prejudicar os seus desafetos seus Exus Mirins se enfraquecem automaticamente já acon­teceram inúmeros casos de médiuns que ficaram sem seus verdadeiros Exus Mirins porque os usaram tanto contra seus desafetos que eles ficaram tão fracos que foram aprisionados e kiumbas oportunistas tomaram seus lugares junto aos seus médiuns, passando daí em diante a criar problemas para suas vítimas que ainda acredi­tavam que estavam incorporando seus verda­deiros Exús Mirins.
 
11) Eles raramente pedem seus assentamen­tos ou firmezas permanentes e preferem ser ofe­rendados periodicamente na natureza, tal co­mo as crianças da direita.
 
12) Se bem doutrinados e colocados a serviço dos freqüentadores dos centros umbandis­tas, realizam um trabalho caritativo único e insu­bs­tituível.

  
Vamos resgatar os Exus Mirins da Umbanda e libertá-los do falso arquétipo que mentes e consciências distorcidas criaram para eles?
Não deixe de ler o mais novo lançamento da Editora Madras: "Orixá Exu Mirim - Fundamentação do Mistério na Umbanda" de Rubens Saraceni.

 
 Pai Rubens Saraceni.
  
OBS.: Caso tenha algum comentário sobre o texto acima, ou mesmo sugestão para um tema a ser abordado, envie-nos. Esteja a vontade para ver outras publicações disponiveis em nosso site WWW.COLEGIODEUMBANDA.COM.BR no menu TEXTOS E PUBLICAÇÕES e sinta-se a vontade para comentar qualquer um deles enviando-nos e-mail para: 

contato@colegiodeumbanda.com.br

 

2010-09-09

NOSSOS PERTENCES






Um homem morreu intempestivamente…

Ao dar-se conta viu que se aproximava um ser muito especial que não se parecia com nenhum ser humano. Levava uma maleta consigo… E disse-lhe:

- Bem, amigo, é hora de irmos… Sou a morte…

O homem, assombrado, perguntou à morte…
 
- Já?… tinha muitos planos para breve…
 
- Sinto muito, amigo… Mas é o momento da tua partida
 
- Que trazes nessa maleta? E a morte respondeu-lhe:
- Os teus pertences. 
- Os meus pertences? São as minhas coisas, as minhas roupas, o meu dinheiro?
 
- Não amigo, as coisas materiais que tinhas, nunca te pertenceram… Eram da terra.
 
 - Trazes as minhas recordações?
 
- Não amigo, essas já não vêm contigo. Nunca te pertenceram, eram do tempo…
 
- Trazes os meus talentos?
 
- Não amigo, esses nunca te pertenceram, eram das circunstâncias.
 
- Trazes os meus amigos, os meus familiares?
 
- Não amigo, eles nunca te pertenceram, eram do caminho.
 
- Trazes a minha mulher e os meus filhos?
 
- Não amigo, eles nunca te pertenceram, eram do coração.
 
- Trazes o meu corpo?
 
- Não amigo… Esse nunca te pertenceu, é propriedade da terra.
 
- Então, trazes a minha alma?
 
- Não amigo, ela nunca te pertenceu… era do Universo.
 
Então o homem, cheio de medo, arrebatou à morte a maleta e abriu-a, e deu-se conta de que estava vazia…
Com uma lágrima de desamparo a brotar dos seus olhos, o homem disse à morte:
 
- Nunca tive nada?
 
- Tiveste, sim… meu amigo… Cada um dos momentos que viveste foram só teus…
 
A vida é só um momento… Um momento todo teu. Desfruta-o na sua totalidade….
Vive o agora. Vive a tua vida.
E não te esqueças de ser feliz.
( Autor desconhecido)

BAND-AID PARA A GROSSERIA

Garimpando na net encontrei este texto e achei muito interessante:


Todo mundo já teve um joelho ou cotovelo ralado, roxo na perna, cortes, enfim, quem nunca se machucou e precisou de um band-aid? Têm casos em que ele não é suficiente, necessitando-se de um curativo maior, sim. Entretanto, tem em praticamente todas as casas, qualquer estabelecimento, muito vendido e procurado em farmácias, etc.
Acho que não é necessário explicar tudo sobre band-aids , pois todo mundo já usou e conhece suas vantagens e desvantagens, para que serve e seu porquê.
Hoje, o band-aid será muito falado aqui, porque com ele podemos tampar e curar muitos ferimentos; até um que pouco utilizamos curativos, o que faz, muitas vezes, deixarmos à mostra: não sai sangue, não dá bolha, nem roxão ; porém machuca, dói e pode até deixar cicatrizes.
A resposta está ali acima no título, a grosseria.
Ser grosso é tão feio, minha gente. Responder de forma mal educada, sem vontade, com palavrões, xingamentos e cara feira de brinde, tá fora de moda. E nunquinha esteve.
É claro que entendo que tem dias em que não nos sentimos bem, e respondemos de forma chata para as pessoas, mesmo sabendo que elas não têm culpa. Isso é humano, ninguém é obrigado a ser feliz todo o tempo e até dormir sorrindo. Uma hora, o que queremos anda para a direção errada e que não planejávamos, e certamente ficamos tristes. Em alguns casos, tão cabisbaixos, que nos esquecemos de ser educados. E o pior de tudo nisso, é que as pessoas não conseguem enxergar, porque geralmente respondemos feio quando alguém está sendo bem querido conosco. E acredite: ser grosso é uma das piores ofensas.
Precisamos cuidar muito mesmo para não ofendermos alguém com a grosseria. Como sabemos, respeito começa em nós mesmos, e sempre devemos tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados. Quando agirmos mal com alguém, o importante é mais tarde se desculpar e explicar os motivos que lhe fez agir assim.
Ah, e claro, o que band-aids tem a ver com tudo isso?
Quem é ofendido por grosseria, se gosta da pessoa, se fere e dói. Quem pode curar apenas quem deixou a ferida. Mas quem fere também deixa uma marca em si bem visível para todo mundo ver. Verá o quão grosso pode ser.
Por isso, é mais que necessário pôr um band-aid, e cuidar muito. Se não cuidar, a ferida vem de volta, provavelmente maior ainda, e daí não haverá nem band-aid nem curativo para tapar tudo. E tomara que não vire uma cicatriz!


( Autor desconhecido) 


2010-09-07

QUE ACONTECE COM O ESPÍRITO, QUANDO MORRE O CORPO?








PERGUNTA FREQÜENTE 



O que fazer quando se suspeita da presença de “espíritos sofredores”?
Quando se suspeita da presença de “espíritos sofredores” a freqüência a um centro espírita é muito importante, porque, além dos esclarecimentos e orientações que ali são ministrados, eles são também devidamente assistidos e encaminhados.
Também é importante fazer-se preces por eles, pedindo a Deus para aliviar suas dores e aflições, e aos benfeitores espirituais para que os assistam e os conduzam a alguma instituição socorrista no mundo espiritual.


PERGUNTA FREQÜENTE  

 

E os planos superiores, como são?
Há muitos relatos dos espíritos sobre essas regiões vibratórias mais elevadas e mesmo um dos Apóstolos disse que fora até o terceiro céu.
Como a matéria astral é muito plástica e os ambientes espirituais refletem a beleza ou feiúra do que vai no íntimo dos seus habitantes, podemos imaginar quão maravilhosas devem ser as regiões onde habitam seres como Francisco de Assis, madre Tereza de Calcutá, Ghandi e outros espíritos de escol. E não se trata apenas dos aspectos de beleza, mas da elevada vibração que ali é uma constante. Muitos médiuns e pessoas de grande sensibilidade percebem a presença de espíritos mais evoluídos com tanta intensidade e numa forma tão divinal, que não conseguem reter as lágrimas. São presenças maravilhosas, irradiando tanto amor, júbilo e paz, que as palavras não conseguem registrar.
Mas não se pense que nas zonas superiores se desfruta de repouso. Conforme informações dos espíritos, quanto mais evoluídos, mais eles trabalham e nesse trabalho está o seu prazer, a sua realização.
Nos relatos de espíritos que narram seu retorno ao mundo espiritual, há sempre o componente do trabalho. Logo que tenham se recuperado dos traumas da desencarnação, começam a sentir necessidade de atividades. Muitos voltam a estudar, porque lá também há escolas, universidades, etc.. Outros pedem trabalho que lhes é fornecido de acordo com suas capacidades e aptidões. Mas por lá também há lazeres os mais variados, dependendo também dos gostos e projetos evolutivos dos habitantes.
Assim, aquela idéia de um céu de inativos, cantando glórias a Deus pela eternidade afora... ou sentados no beiral de uma nuvem, tocando harpa... não condiz com a realidade.
A lógica nos diz que uma natureza dinâmica, realizadora, como a do ser humano não iria suportar uma existência de inatividade pela eternidade afora.
Mesmo que o céu fosse como de certas crenças, com rios de leite e mel, e com todos os prazeres possíveis... chegaria um dia em que tudo isso iria cansar. A natureza humana não suportaria por muito tempo a estagnação.
Deus sabe o que faz. A reencarnação e as infinitas possibilidades de crescimento, aprendizado e realização refletem a lei universal da evolução contínua.

Os problemas da vida podem ser comparados a um barbante cheio

de nós que é preciso desmanchar, deixando-o liso.
Se você começar a dar puxões nesse barbante só vai apertar
cada vez mais esses nós, não é verdade?
Mas, se munir-se de paciência e começar a desmanchar os nós um por um,
logo terá todos eles desatados e o barbante liso.
Com os problemas é a mesma coisa, se ficamos nervosos, irritados,
agressivos, só conseguimos piorar a situação. Mas, se nos munimos de paciência e começamos a trabalhar
com fé, sabedoria e equilíbrio logo teremos
conseguido solucioná-los.


Do blog
Doutrina Espírita, espiritualidade, estudos e mensagens espíritas
http://conscienciaevida.blogspot.com/