2010-09-05

QUE ACONTECE COM O ESPÍRITO, QUANDO MORRE SEU CORPO?





QUESTIONAMENTO FREQÜENTE
  

É muito difícil assimilar a idéia da existência de um mundo espiritual.


É muito difícil, enquanto nos manifestamos através do cérebro físico, aceitar a idéia de um mundo espiritual invisível e intangível aos nossos sentidos, no qual são desenvolvidas inúmeras atividades, onde há instituições como hospitais, postos de socorro, residências, governadorias, etc.
Talvez essa dificuldade seja ainda maior porque não nos acostumamos a questionar. As religiões nos falam em céu e inferno, em Deus, em anjos, arcanjos e outros seres que não vemos e cuja presença não percebemos, mas em cuja existência acreditamos. Se eles existem, mas são invisíveis e intangíveis a nós, por que não podem existir outras tantas coisas e seres que não vemos, nem percebemos?
Quando adormecemos, “saímos” do corpo carnal, embora permaneçamos ligados a ele por filamentos fluídicos, conhecidos como o “cordão prateado”. E nessa condição de espíritos fora da matéria, nos manifestamos e vivenciamos inúmeras andanças e experiências no mundo espiritual, durante o sono.

 

PERGUNTA FREQÜENTE 

 
Como (de que forma) estaremos nesse mundo espiritual, depois que retornarmos para lá? Seremos assim como um ser flutuante, transparente... ou teremos um corpo... e como será esse corpo?
Os espíritos superiores, na codificação do Espiritismo, explicaram que os seres humanos são constituídos de um princípio espiritual, ou Espírito; de um corpo espiritual, ou perispírito, e do corpo carnal. Somos, portanto, um ser bem mais complexo do que comumente se supõe.
O Espírito seria assim como uma centelha do Espírito divino, que ninguém teria como ver. O perispírito é um corpo intermediário, que permite ao espírito manifestar-se na matéria. Ao que se sabe, há ainda outros corpos como o mental e o etérico, ou energético, mas vamos falar apenas dos três principais: espírito, perispírito (ou corpo espiritual) e corpo carnal.
Centenas de espíritos que têm contado, através da psicografia dos mais diversos médiuns, as suas experiências no retorno ao mundo espiritual, dizem que, para eles, seus corpos e também os novos ambientes lhes parecem tão consistentes e tangíveis quanto antes, aqui na Terra, embora se sintam bem mais leves.
Também as pessoas que se desdobram, ou fazem “viagens astrais”, falam sobre os ambientes que encontram no mundo espiritual, nas faixas mais próximas de nós. Elas dizem que esses ambientes são bastante semelhantes aos nossos, tanto que, por vezes ficam em dúvida se estão na Terra ou na dimensão espiritual.
No livro Devassando o Invisível a médium Ivone Pereira narra inúmeros episódios e fatos que ocorreram com ela em incursões ao mundo espiritual, com explicações sobre vários aspectos dessas dimensões. É um livro que vale a pena ser não apenas lido, mas também estudado.


PERGUNTAS FREQÜENTES 



Existe Céu? Existe Inferno? Se existem, como são? 
 
A idéia de um Inferno eterno é absolutamente incompatível com o mais raquítico senso de justiça.
Você atiraria um filho no inferno, pela eternidade afora, para castigá-lo por sua desobediência?
Então, como pode alguém crer que Deus daria tão horrendo castigo a seres criados por Ele próprio?
Explicam os espíritos que céu e inferno não existem, na forma como têm sido mostrados pelas religiões. Existe, sim, o mundo espiritual, com as suas diversas faixas ou dimensões vibratórias. Quanto mais elevadas, mais luminosas e felizes. Quanto mais baixas, mais escuras e tenebrosas.
Mas não foi Deus quem as criou. Elas, na verdade, refletem o íntimo dos seus habitantes.
Dizem os espíritos que a matéria na dimensão espiritual é muito plástica e facilmente influenciável pelos pensamentos e emoções dos que nela habitam. Assim, é fácil entender que os ambientes espirituais onde se reúnem seres da mais baixa condição moral, cruéis e perversos, portadores das mais indignas paixões e vícios, sejam locais desagradáveis e mesmo horríveis, onde os mais fortes dominam os mais fracos, impingindo-lhes sofrimentos sem conta; onde não há justiça; onde a própria natureza se amolda ao horror que ali se vivencia.
Então, vemos que não é Deus o responsável pela existência dessas zonas vibratórias, que o espírito André Luiz chama de Umbral e Trevas.
O Umbral, ou os umbrais, abrigam espíritos endividados com a lei maior, mas mesmo eles não estão condenados a permanecer ali eternamente. Sempre que algum deles pede ajuda a Deus através da prece, sinceramente arrependido dos maus atos que praticou, essa ajuda lhe chega pelas mãos dos bons espíritos que trabalham em nome do amor nessas zonas de sofrimento.
Nessas circunstâncias ele é conduzido para alguma das muitas instituições assistenciais que existem na dimensão espiritual. Ali, ele aprende a dignificar a vida através do estudo e do trabalho, engajando-se em alguma das muitas atividades que são exercidas pelos espíritos. Alguns são logo encaminhados para a reencarnação.
Nas colônias espirituais como Nosso Lar, tão bem descrita pelo espírito André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier (no livro do mesmo nome), existem instituições responsáveis pelas reencarnações, onde são estudados e analisados os processos de retorno à matéria, assim como também é feito o acompanhamento dos casos.
Os planos superiores se multiplicam em infinitas graduações, desde as mais próximas à nossa condição, até aqueles muito elevados que escapam ao nosso entendimento, por sua harmonia e profunda beleza. Também eles refletem os valores espirituais já alcançados por seus habitantes.
Talvez essa dificuldade seja ainda maior porque não nos acostumamos a questionar. As religiões nos falam em céu e inferno, em Deus, em anjos, arcanjos e outros seres que não vemos e cuja presença não percebemos, mas em cuja existência acreditamos. Se eles existem, mas são invisíveis e intangíveis a nós, por que não podem existir outras tantas coisas e seres que não vemos, nem percebemos?
Quando adormecemos, “saímos” do corpo carnal, embora permaneçamos ligados a ele por filamentos fluídicos, conhecidos como o “cordão prateado”. E nessa condição de espíritos fora da matéria, nos manifestamos e vivenciamos inúmeras andanças e experiências no mundo espiritual, durante o sono. 

 

PERGUNTA FREQÜENTE


 
Que são os sonhos?


Há vários tipos de sonhos. Há aqueles em que ficamos flutuando sobre o corpo físico, mergulhados nas imagens do subconsciente ou do inconsciente, revendo acontecimentos recentes e até mesmo cenas de vidas passadas.
Essas imagens nos aparecem como sonhos.
Há os sonhos produzidos pelas andanças no mundo espiritual. Nessas andanças a nossa ligação com a matéria não nos permite muita lucidez. Por isso, muito do que vemos, a nossa mente ligada ao cérebro carnal, pelo “cordão prateado” (ligação feita por filamentos fluídicos entre o corpo carnal e o espiritual), interpreta de forma distorcida.
Também, ao acordarmos, quando o cérebro do corpo espiritual se justapõe ao carnal, as imagens de nossa memória são re-codificadas pelos arquivos do cérebro do corpo físico. Isto porque as condições espirituais são dimensionalmente diferentes das materiais. Por isso os sonhos de que lembramos, são quase sempre estranhos e até mesmo absurdos.
Mas há também aqueles sonhos produzidos pelos espíritos, bons ou maus, que nos querem passar alguma idéia, avisos, orientações ou nos desejam perturbar.
Muitas pessoas igualmente são levadas a participarem de encontros, cursos, palestras e atividades assistenciais no mundo espiritual, durante o sono. Na maioria dos casos, nenhuma lembrança guardam ao acordar.
Como se pode perceber, essa outra dimensão não é um lugar de repouso eterno, mas um universo paralelo ao nosso, onde a vida se desenvolve com infinitas possibilidades de aprendizado e progresso, muito além dos limites do nosso entendimento.



- Cena do filme Nosso Lar.


A morte, ou desencarnação, conduz cadaespírito para a situação ou faixa vibratória apropriada e merecida. Isto funciona de forma irreversível, pelaforça da lei das afinidades vibratórias.




PERGUNTA NATURAL

 

 

Para que tipo de plano espiritual iremos nós, seres de mediana evolução, depois de nossa desencarnação?
Toda a nossa existência é regida por leis muito sábias, perfeitas e justas, que sempre nos levam a colher exatamente aquilo que semeamos. Foi por isso que Jesus afirmou: “A cada um será dado de acordo com suas obras”.
Essas leis geram os mecanismos de causa e efeito, pelos quais toda ação provoca uma reação semelhante. Assim, ao desencarnarmos, vamos encontrar na dimensão espiritual condições boas ou más, de acordo com o uso que fizemos dos bens que a vida nos concedeu, com as ações que praticamos e também com as nossas indevidas omissões.
Há um velho e sábio ditado que diz: “Quem semeia ventos, colhe tempestades”. Esta é uma verdade cósmica. Portanto, quando passarmos para o mundo espiritual através da morte, vamos colher exatamente o resultado de tudo que aqui plantamos. De nada valerão os “pistolões” espirituais, tais como missas, orações, novenas, remissões e outros atos semelhantes, porque toda pessoa responde por suas ações e não há como burlar essa lei; não há como enganar a Deus.
A morte, na verdade, conduz cada espírito para a situação ou faixa vibratória apropriada e merecida. Isto funciona de forma irreversível, pela força da lei das afinidades vibratórias.
As pessoas muito apegadas aos bens terrenos, à casa, aos móveis, ao trabalho, às amizades e curtições geralmente permanecem imantadas aos ambientes onde viveram. Isto lhes gera sofrimento e é prejudicial à sua evolução. O espírito liberto da carne deve libertar-se também de todas as condições materiais e reiniciar suas experiências, atividades e aprendizados no mundo espiritual, visando sempre seu crescimento, sua evolução como ser cósmico que é.
Os espíritos que não conseguem afastar-se dos ambientes em que viveram, também são conhecidos como “sofredores”. As mazelas, problemas e doenças que os perturbaram antes de sua desencarnação permanecem vivos em suas mentes, projetando-se em seus corpos espirituais. Com isso, eles continuam sentindo as mesmas dores e angústias de seus últimos tempos na Terra, e seus sofrimentos repercutem também nas pessoas sensíveis das quais se aproximam, podendo causar-lhes inúmeros transtornos e até mesmo doenças que os médicos não conseguem diagnosticar nem tratar de forma correta.
Da mesma forma, aqueles que praticam suicídio sofrem muito no mundo espiritual. Há inúmeros relatos de espíritos de ex-suicidas narrando seus sofrimentos verdadeiramente atrozes e, regra geral, de longa duração. É claro que as situações variam de um caso para outro, mas sempre o suicídio representa terríveis sofrimentos a quem o pratica, refletindo-se em suas futuras encarnações. Os espíritos de suicidas geram uma vibração tão pesada e hipnótica que a sua simples presença pode até induzir uma pessoa reencarnada a praticar ato idêntico, desde, é claro, que essa pessoa tenha tais tendências e se deixe influenciar por aquela presença. Talvez por isso os espíritos falam sobre zonas espirituais, como o Vale dos Suicidas, onde esses espíritos pe rmanecem, por períodos mais ou menos longos, distantes das comunidades terrenas.
Também as pessoas que vivem em desacordo com as leis de Deus, praticando a violência, a ganância, prejudicando o próximo, vivenciando o orgulho, a prepotência e outros valores negativos assim como vícios e maldades os mais diversos, depois da morte irão situar-se em zonas vibratórias compatíveis com seu próprio estado espiritual.
Depois da morte cada qual recebe exatamente o que fez por merecer durante sua vida na Terra. As posições que ocupou não têm qualquer valor no mundo espiritual. Ninguém chega aos planos mais elevados sem antes aprender aqui mesmo na Terra a perdoar, a ser pacífico, humilde, fraterno, honesto, justo, desprendido dos bens materiais, agir com ética e, acima de tudo, amar. Da mesma forma, ninguém ascenciona espiritualmente sem adquirir os valores da inteligência e da sabedoria, através do estudo, do trabalho e das lutas e dificuldades do cotidiano.


( este texto é continuação do post anterior e, continua. )




VSL

2010-09-02

DESENCARNAÇÃO





PERGUNTA FREQÜENTE



O que acontece com o espírito, após a morte do corpo?


 

Muitas pessoas, depois da sua desencarnação, permanecem aqui mesmo na crosta da Terra, nos ambientes onde viveram. Outras conseguem “desligar-se” e são conduzidas ou atraídas para regiões espirituais compatíveis com sua evolução e merecimento. Dessa forma, enquanto algumas seguem para regiões ou faixas vibratórias mais elevadas, outras ficam na Terra ou vão para as zonas do umbral e até mesmo das trevas.
 

O umbral, ou os umbrais são regiões espirituais mais próximas da crosta da Terra, onde se localizam espíritos mais atrasados ou que não mereceram elevar-se a faixas mais altas por causa de suas culpas e/ou omissões durante a encarnação. São zonas de sofrimentos, desequilíbrios e aflições, algo semelhante ao purgatório da concepção católica. Quem quiser conhecer mais sobre esse assunto, encontra bibliografia bem variada a respeito.*

Já as trevas, pelo que informam alguns espíritos, são zonas ainda mais “baixas” e tenebrosas, das quais pouca notícia se tem. Mas a permanência dos espíritos nas regiões de sofrimento não é eterna. Sempre que algum deles, sinceramente arrependido de seus atos, implora ajuda a Deus, acaba sendo socorrido por falanges de espíritos benfeitores, que trabalham naquelas zonas de purgação, em nome do amor.

Há também as faixas espirituais mais elevadas, ambientes de imensa beleza, paz, harmonia e contentamento. Mas não são como aquele céu que é ensinado pela maioria das religiões.


( continua...)


Este texto explica o desencarne na visão kardecista que, mudando apenas a nomenclatura, não difere da umbandista. Ao finalizar o assunto darei os devidos créditos.


* A Madras Editora tem publicado uma vasta literatura sobre o assunto,
cujo autor é Mestre Rubens Saraceni. Eu recomendo.


VSL

Imagem da net.



2010-08-31

QUAL O SIGNIFICADO DA VIDA?






 

 

POR QUE ESTAMOS AQUI?

 

De acordo com os princípios espirituais básicos, nós somos expressões individuais de Ser Infinito e estamos aqui para experienciar a vida. Cada pessoa é única, e o nosso propósito na Terra é experienciar a vida através de nossa própria e exclusiva perspectiva. Nós somos os olhos e os ouvidos, assim falando, do Ser Infinito.
Vocês estão aqui para experienciar a sua supremacia, e experienciá-la tão plenamente quanto possível. Deste modo, vocês aprendem tanto quanto possível da experiência de ser quem vocês são nesta encarnação particular.


OS PARADOXOS

É um paradoxo que todos estejam aqui pela mesma razão e, entretanto, todos tenham um propósito individual. Todos estão aqui para experienciar a vida tão intensamente quanto possível, e, entretanto, o seu propósito individual é explorar o seu caráter singular. Todos, portanto, têm uma função única dentro da variedade infinita do Criador.
Outro paradoxo é a questão do destino versus livre arbítrio. As pessoas parecem ter o livre arbítrio, e, entretanto, se o destino existe, o pré-destino não cancelaria o livre arbítrio? Não exatamente. Aqui está como isto funciona.
Vocês planejaram o seu caminho global através da vida antes que nascessem. O plano de vida é o seu destino global, mas os detalhes da vida deixam muito espaço para o livre arbítrio. Vocês poderiam até usar o seu livre arbítrio para mudar todo o seu plano de vida, mas então, por que vocês gostariam de mudar o seu próprio plano de vida? O fato de que o seu próprio cérebro não se lembre do seu próprio plano criado anteriormente não impede o fato de que ele continue a se revelar enquanto o tempo passa. Seu eu interior, a sua alma, se lembra do seu plano perfeitamente. Uma das funções do seu eu interior é lhes dar intuições que vocês possam seguir. Estas intuições, quando seguidas de acordo, os auxiliam a explorar o potencial de sua vida com um resultado mais satisfatório.
A meditação regular os mantém sintonizados com o seu eu interior e ajuda a garantir que vocês obtenham o máximo da vida, estando nos lugares e nos tempos certos. Então, a sincronicidade pode se revelar na forma de encontros e eventos que apóiam o seu propósito de vida.
A um nível de alma, vocês são membros de uma grande família de centenas de pessoas. Todas estas pessoas os conhecem e os amam, assim há sempre amplas oportunidades disponíveis para a encarnação através de pais que vocês já conhecem a um nível de alma. As pessoas usualmente escolhem vidas onde eles podem se envolverem com membros de sua extensa família de alma. As pessoas da mesma família de alma compartilham temas comuns. Eles estão em sintonia com a sua consciência, e, portanto, interessados nos mesmos problemas e experiências na vida. 


ANTES DO VÉU DO NASCIMENTO

Quando foi o momento de vocês encarnarem nesta vida, vocês visualizaram várias alternativas, incluindo vários grupos de pais. Sua escolha final lhes ofereceu a melhor oportunidade de explorar as atividades e problemas que vocês estiveram experienciando.
Quantos detalhes entram no planejamento de toda uma existência? O destino existe para os eventos principais em sua vida – as escolhas, os eventos e as conexões principais em sua vida. Relacionamentos importantes são cuidadosamente planejados, de modo que eles tenham a melhor chance de acontecer. Seus pais e o seu ambiente são escolhidos por como eles moldarão a sua vida na direção que vocês desejam explorar.
No estágio do planejamento anterior à vida, vocês realmente conseguem ver como tudo se revelará, enquanto vocês exploram alternativas e cenários diferentes. Então vocês fazem a sua grande escolha. Vocês dizem: “Eu levarei Fred e Freda Smith como pais. Eu serei o seu bebê, começando em 9 meses quando eu nascer. Até então eu estarei perto em espírito, pelo menos, de vez em quando, até que seja o momento de surgir e me tornar um bebê.
Então eu crescerei em sua família, participando desta escola primária local. Quando eles se mudarem para Phoenix, como planejado, eu irei lá em uma escola secundária e encontrarei o meu antigo companheiro, que será chamado Freddie, e ele terá a mesma idade que a minha. A família de Sílvia se mudará para a cidade quando eu tiver dezesseis anos, e ao ser o seu namorado, começará a configurar a direção do resto da minha vida. Nós iremos à mesma faculdade juntos e exploraremos a idéia de que ela precisará de mim para apoiá-la, enquanto ela continua com a faculdade de medicina para se tornar médica.” E etc., etc., enquanto o plano se revela. Cada plano eventualmente inclui uma série de acordos orquestrados para interagir com os planos de outras almas. 


TEMAS, PROBLEMAS, AVENTURAS

Temas pessoais são planejados para a exploração da vida, assim como os temas da família de alma. Há também temas culturais e problemas globais, especialmente no crescimento da consciência global de hoje. Um tema que a sociedade esteve desenvolvendo no decorrer das últimas décadas é o problema da liberação do desequilíbrio de uma sociedade patriarcal.
Ao mesmo tempo, uma mudança até maior esteve ocorrendo – a mudança de uma consciência de separação para uma de integração. A consciência de separação foi o tema por milhares de anos. Nós nos separamos em tribos, então em países e em impérios. Nós nos separamos através das raças, sexo e religião. Nós até nos separamos de nossa própria consciência, focando-nos mais no mundo exterior e nos afastando da luz interior que é a verdadeira fonte da nossa consciência.
Uma das primeiras diferenças que serão notadas enquanto o mundo evolui em direção a uma consciência integrada, é que as pessoas se importarão mais com o seu trabalho. A maior parte das pessoas hoje vê o seu trabalho como um meio para um fim, e um meio de pagar as contas e talvez prosperarem um pouco.
Amanhã as pessoas trabalharão pelo que elas amam e se preocuparão intensamente com a qualidade do serviço que elas proporcionam, porque elas se preocuparão com os seus clientes. Naturalmente, há pessoas que trabalham assim hoje, mas elas estão na minoria. Amanhã, isto se tornará o novo padrão, a nova ética de trabalho. Amar o que vocês fazem e fazer o que vocês amam.
O propósito de ser humano na Mudança de hoje para a Nova Realidade, é aprender como traduzir o amor universal para a forma humana. O amor universal é o aspecto da consciência original que une a Criação. O Universo está, pelo seu verdadeiro projeto, cheio de amor do Criador Original.
Uma vez que o amor universal seja transformado através da consciência/coração de um ser humano, ele entra na atmosfera da mente global da Terra que todos nós compartilhamos. Isto atualiza toda a experiência humana, levando-nos mais a um passo da revelação da Nova Realidade.
“Eu trabalho para retornar aos caminhos para Deus, para libertar as Chispas da Divindade dentro da criação, e auxiliar na ascensão extática. Eu me encanto em auxiliar as pessoas a se aprofundarem em sua conexão com a Fonte, experienciar o seu relacionamento com a Divindade, e co-criar o Céu na Terra. Eu estou profundamente honrado por estar no serviço encarnado, neste belo planeta em ascensão”

– Baseado no “O Que É O Corpo de Luz”, por Tashira Tachi Ren. “
 James Williams 2007



2010-08-28

EQUÍVOCOS






QUE É DEUS?


Na codificação da doutrina espírita, Allan Kardec perguntou aos espíritos superiores que lhe respondiam as indagações:


“Que é Deus?”

A resposta foi: “Deus é a Inteligência Suprema, Causa Primária de Todas as Coisas”.

Não se justifica que hoje, com todo o conhecimento que a humanidade possui, ainda se possa entender Deus na forma como vem sendo apresentado desde Moisés.


Quem lê o Antigo Testamento, sem preconceitos, percebe como em inúmeros momentos ele vibra com a força do açoite, da espada e da vingança, mostrando um Deus parcial, contraditório, quase sempre irado, às vezes furioso, injusto, rancoroso e cruel. Também se apresenta em diversas ocasiões à semelhança de um aprendiz de Criador, fazendo experiências, sem saber exatamente o que delas surgirá.

Logo no primeiro capítulo da Bíblia, em Gênesis, versículos três e quatro, se diz o seguinte: “Disse Deus: haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa.”

Ora, será que Deus não sabia que a luz é algo bom? Viveria Ele nas trevas?

Da mesma forma, após cada ato da criação, conforme a Bíblia, Deus teria observado que aquela ação resultara em algo bom e ao final, depois de tudo pronto, Ele foi examinar para ver se tudo que havia criado estava perfeito.

Reflitamos por instantes sobre a grandeza do universo, a infinidade de galáxias que se perdem na imensidão cósmica; sobre a estrutura do nosso planeta, a natureza, onde todos os elementos se conjugam com perfeição absoluta, para possibilitar a vida... 


Se pensarmos no ser humano, na perfeição da máquina que é o seu corpo, na fabulosa estrutura do seu cérebro, no insondável de sua mente, do seu psiquismo...

As idéias sobre Deus precisam ser
 completamente reformuladas. 

Se refletirmos sobre qualquer aspecto do universo e da vida e perguntarmos a nós mesmos: quem fez tudo isto?...

 

É possível acreditar que o Criador de tudo, da imensidão cósmica e da vida, inteligência suprema, soberano poder, poderia estar fazendo experiências com a criação, para ver no que daria, assim como se diz na Bíblia?
 

E poderia Ele fazer algo imperfeito, para depois ir averiguar se houve erros na sua criação?

Será que Deus, a absoluta perfeição, poderia arrepender-se de ter feito algo, como se não soubesse bem o que fazer e acabasse errando em seus atos?


Em Gen. 6:6 e 7 se diz: “... então se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.


Disse o SENHOR: “Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito”.


Os arrependimentos de Jeová estão ao longo da história bíblica, como, por exemplo, em Ex. 32:14, por haver ameaçado o povo de Israel; em 1o Sam. 15:11 e 35, por haver feito rei a Saul; em 2o Sam., por ter dizimado 70 mil pessoas do seu povo; em Jonas 3:10, arrependeu-se do mal que prometera fazer a Nínive, etc.


Entretanto, em 1o Samuel 15:29, este diz, referindo-se a Deus: “Também a Glória de Israel não mente nem se arrepende; porquanto não é homem para que se arrependa”.


Se tais feitos e tal mentalidade, conforme o que foi mostrado até aqui, são até compreensíveis e compatíveis com uma época como aquela, em que a barbárie predominava, acredita que poderiam originar-se diretamente de Deus, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, perfeito em todos os seus atributos?


Com relação a essa perfeição, se refletirmos, perceberemos que o Criador de tudo tem de ser absolutamente perfeito, senão, tudo seria o cáos.


Em Deut. 10:18 se diz que Deus “faz justiça ao órfão e à viúva, e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes”, concluindo: “Amai pois o estrangeiro, porque fostes estrangeiro na terra do Egito”. Entretanto, ainda em Deut. 20:16, orientando a forma como seu povo deveria invadir e exterminar seis nações para apossar-se de suas terras, Jeová manda matar tudo que tenha fôlego.


Em 1o Samuel 28:17/19, referindo-se à guerra de Israel contra Amaleque, num momento de furor Jeová mandou matar tudo que tivesse fôlego, inclusive as crianças e até mesmo os animais, e porque Saul deixara com vida alguns animais para oferecer-lhe como holocausto, castigou-o com a morte, e não só a ele, mas a toda a sua família, entregando ainda o povo de Israel nas mãos dos seus inimigos.


O escritor e estudioso da Bíblia, Jaime Andrade, no livro O Espiritismo e as Igrejas Reformadas, conta mais de 60 acessos de cólera atribuídos a Jeová, entre os livros Êxodo e 2o Reis.

 

ALGUNS QUESTIONAMENTOS

a) Na sua concepção sobre Deus, acha que Ele poderia agir assim, de forma tão cruel, tão perversa, mandando matar tudo, até as crianças, e depois castigar com a morte Saul e toda a sua família e ainda o próprio povo de Israel pelo fato dele ter deixado vivos alguns animais?


b) Acha que Deus, a perfeita justiça e fonte do amor universal, poderia ter rompantes de ira ou furor?


d) Acredita que o Criador poderia ser tão perverso e sanguinário como é mostrado no Antigo Testamento, não só nessa, como também em centenas de outras passagens?


Pelas citações feitas até agora, que representam uma mínima parcela das incongruências e absurdos encontrados no Antigo Testamento, com relação a Deus, ou Jeová, podemos levantar algumas hipóteses:


a) Certamente Moisés, visando infundir respeito naquele povo rude e orgulhoso, atribuía à divindade todos aqueles rompantes de ira, ameaças e ordens cruéis de que o Antigo Testamento está repleto, assim como, também, de tantas outras leis e orientações, como as dos holocaustos, oferendas etc.;


b) Conforme Jayme Andrade, é bem provável que os seres espirituais responsáveis pela evolução do povo israelita se fizessem representar por Jeová, que não seria Deus, mas sim, uma entidade mais ou menos identificada com a índole guerreira da raça, porque é de se supor que cada homem e cada povo tenha um Guia espiritual compatível com seu próprio grau evolutivo. Talvez fosse algum dos seus antepassados, dotado da autoridade necessária para impor-se e dominar.


O escritor Aureliano Alves Neto, no prefácio do livro O Espiritismo e as Igrejas Reformadas transcreve palavras do Reverendo Maurice Elliot, do livro Erros Palpáveis da Bíblia, que diz: “A Bíblia erroneamente compreendida é o pior inimigo da humanidade (...) Nenhum livro é infalível. Nenhuma Igreja é infalível. Nós temos sido erroneamente ensinados. Deus é Verdade. Amar Deus é amar a verdade, amar a busca da Verdade, amar a luta pela Verdade. Não há outro meio.”



Observe-se que essas palavras foram ditas por um reverendo.

É fácil concluir, então, que a imagem que as religiões fazem sobre Deus é absolutamente incompatível com a inimaginável grandeza do Soberano Senhor, Criador e mantenedor do universo, da vida e das leis que tudo regem. Se não somos sequer capazes de entender o infinito, nas dimensões do tempo e do espaço, não devemos ter a pretensão de querer definir Deus.


Na codificação da doutrina espírita, Allan Kardec perguntou aos espíritos superiores que lhe respondiam as indagações: “Que é Deus?” A resposta foi:


“Deus é a Inteligência Suprema, Causa Primária de Todas as Coisas”.


E continuaram os espíritos a explicar, dizendo que Ele é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente e soberanamente justo e bom.


Outras explicações sobre Deus estão muito bem definidas e detalhadas no primeiro capítulo de O Livro dos Espíritos, obra basilar da codificação da Doutrina Espírita.


O espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita, vol.1, psicografado por João Nunes Maia, falando sobre Deus, assim se expressa:


“A Suprema Majestade do Universo é, por dignidade própria, o Inconcebível e o Incomparável. Nada se pode comparar ao Arquiteto Universal; da Sua vida estuante e vigorosa saem vidas com a marca do Seu amor. Somos todos filhos do Amor.”


“Deus é infinito nas Suas perfeições, nas qualidades inerentes à Sua personalidade que se irradia em todas as direções, que sustenta e dá existência a todas as dimensões do existir. Ele está presente nas claridades do máximo e na luz do mínimo; vibra nas formas das estrelas e canta nos movimentos dos átomos, faz mover todas as constelações e harmoniza todo o ninho cósmico”.


Essas afirmativas, que se casam perfeitamente com o bom senso, nos deixam mais leves, mais livres e de bem com a vida, porque começamos a entender que Deus não nos esmaga com seus rompantes, não nos rejeita em razão de predileções, não nos castiga por faltas inerentes à nossa imaturidade espiritual, mas nos conduz com justiça e amor no rumo da nossa evolução espiritual, dando-nos sempre novas e renovadas oportunidades de reajuste com suas leis.


Podemos então entender que, para os judeus, o Antigo Testamento deve ser um livro sagrado, por conter toda a sua história e as bases de sua vida religiosa.


Mas para os demais, com outras bases culturais e, nesta época, guiar-se por ele, ao pé da letra, reflete estagnação evolutiva, e, conforme disse o Reverendo Maurice Elliot, “A Bíblia erroneamente compreendida é o pior inimigo da humanidade”.


PERGUNTA LÓGICA

 

Onde então está a verdade religiosa?

A verdade plena, absoluta, está com Deus. As religiões possuem parcelas ou fatias dessa verdade; por isso, elas são diferentes umas das outras. É por isso que tantas pessoas se convertem a determinada religião, mas acabam passando para outra, até encontrar aquela que se ajuste melhor à sua própria faixa evolutiva, ao seu psiquismo.


Essa é a procura da verdade. O ser humano, nesse impulso interior da evolução, procura Deus. E, de acordo com a sua estrutura psíquica, ele a encontra na religião cujas idéias se casam com a sua própria natureza, com seu grau evolutivo, com a sua maneira de ver, pensar e sentir… ou então, com a sua preguiça evolutiva, seu comodismo, ou seus interesses.


Mas a verdadeira religião ainda vai existir na Terra, quando o ser humano passar a ocupar-se em desenvolver a fraternidade, os bons sentimentos, a conduta honesta e nobre, sem orgulho, sem vaidades, sem ganância e sem ódios. Será a religiosidade vibrando no íntimo do ser. Todas as outras são apenas formas ou fórmulas criadas para ajudar o ser humano a um dia chegar à verdadeira religião, aquela que Jesus apresentou quando disse: “ Ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.


Mais detalhes no livrinho Temor a Deus?, de Saara Nousiainen.



http://www.mundoespiritual.com.br/mundo.espiritual.htm

 







- Porque falar do que não se conhece?

 

Publiquei este texto na íntegra para comentar sobre um todo apresentado e não cometer o mesmo erro ( contido no texto) de tomar partes pelo todo.

Quando não temos conhecimento sobre a verdade é fácil nôs equivocarmos e, tomarmos a voz do vulgo como verdade sobre algo.

Aqui não me refiro à exposição sobre a pergunta " O QUE É DEUS?", que está bem argumentada. Refiro-me ao fato de que, apesar de que não é segredo o fato de os judeus não revelarem o seu Saber Sagrado, ainda assim muitos supõem sabe-lo.

Estou levantando essa bandeira porque minha fidelidade filial grita em mim.

Tenho visto, ultimamente muita conversa sobre a "marcialidade" dos judeus e que o seu deus é tirano e parcial.

Oras, estou falando para Umbandistas, meus irmãos de religião tanto quanto os judeus. Aqui para nós, querer rotular Jeovah é asumir a mesma carga de infantilidade de quem rotula Exu e Pombagira. 


Só porque um grupo não estudou determinado Mistério, não quer dizer que o Mistério seja falso. Ele apenas não está aberto para esse grupo.

Escolhi um texto de um grupo que estuda as codificações de Kardec porque são eles os mais moderados em apontar o dedo e fazer julgamentos, e mesmo assim atacam os judeus gratuítamente.

Enquanto mantermos nossas mentes ocupadas com a suposta superioridade sobre nossos pais, ainda que menos " evoluídos" que nós, estamos na verdade cuspindo no rosto de quem passou a vida, criando condições para que tenhamos hoje, o que tanto nôs faz arrogantes.

Se para nôs convencermos de que nosso caminho é bom precisarmos destruir o do outro, é porque estamos em dúvida e o outro nôs tenta.

Irmãos de Umbanda, quando não aprendemos a respeitar nossa ascendência, também não aprenderemos a respeitar as Hierarquias Divinas, nossos Sagrados Orixás. 


E, para aquele que se apressará em dizer que não descende de judeu eu digo; não é de etnia que estou falando, é de Ancestralidade, que é algo bem diferente. Colocar a etnia terrena numa questão onde se pergunta quem é Deus, é supor que existe mais que Um. Veja a armadilha.

Para finalizar, o que chamam de Pentatêuco e o que chamam de Cabala em cursinhos não é O Livro Sagrado dos judeus, não se deixem enganar.



Vilma de Souza Luiz


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2010-08-07

POR QUANTO VOCÊ VENDERIA UMA HORA DO SEU TEMPO?


 
- Irmão leitor, eu trouxe este texto em tributo ao dia dos pais.
Você pode perguntar-me.: "O que isso tem a ver com a Umbanda? "
Eu digo que tem tudo a ver, pois na Umbanda chamamos nosso sacerdote de pai, ( quando este é do sexo masculino), logo temos  uma relação paternal para com nosso Pai espiritual.
E, não é raro ver a mesma situação em ambas as partes, ou seja, tanto
no pai, quanto nos filhos, de um não ser tolerante e compreesivo para com o outro.
- Por isso, reporto-me aos umbandistas: reflitam nas suas atitudes para com seu Pai, ou para com seu filho, numa relação em que dois fatores são essênciais: amor e respeito.
Amor sem respeito não é amor. E, respeito sem amor é hipocrisia.

- Eu amo e respeito o meu Pai espiritual, e sei que ele ama os seus filhos, e, embora eu não possa ver o que vai em seu coração, posso ver o respeito com que trata  a todos que o buscam.

Eu não citarei o nome deste pai tão querido, para não expô-lo, mas esse tributo é em sua homenagem e honra.
- Meu Pai, peço que as bençãos dO Criador caia sobre si, como uma chuva refrescante!
- Feliz dia dos pais!



Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 5 anos esperando por ele na porta.
- Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?
- O que é? Respondeu o homem.
- Pai, quanto você ganha em uma hora?
- Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas? O homem disse agressivo.
- Eu só quero saber. Por favor, me diga quanto você ganha em uma hora?
- Se você quer saber, eu ganho R$ 10 por hora.
- Ah... o menino respondeu, com sua cabeça para baixo.
- Pai, pode me emprestar R$ 5,00?
O pai ficou furioso,
- Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta. Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades...
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino. Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro... Após cerca de uma hora, ele tinha se acalmado e começou a pensar: Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 5,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência.
O pai foi para a porta do quarto do filho e abriu a porta.
- Você está dormindo, meu filho? Ele perguntou.
- Não pai, estou acordado...
- Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você à pouco. Afirmou o homem. Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 5 que você me pediu
O menino se levantou sorrindo.
- Oh, obrigado pai! gritou
Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados. O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente. O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai...
- Por que você quer mais dinheiro se você já tinha? Brigou o pai.
- Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho, respondeu o menino. Papai, eu tenho R$ 10 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue mais cedo amanhã em casa. Eu gostaria de jantar com você.

O pai ficou destroçado. Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e chorando pediu o seu perdão...

É apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham duramente na vida.


Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações.


Não se esqueça de compartilhar esses R$ 10 do valor do seu tempo com alguém que você ama. Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas.


Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas.

( Texto de aurélio M C Gomes ) 
* Os destaques são do autor.

VSL